terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

EBD BETEL - CONTEÚDO - Lição 07 Cultivando o Diálogo, a Reúncia e a Tolerância - 14/02/2016

Lição 07 – 14 de Fevereiro de 2016 “Cultivando o diálogo, a renúncia e a tolerância”
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Texto Áureo
“Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem as palavras da prudência" Pv 1.2

Verdade Aplicada
O homem sábio é aquele que ouve e pratica a Palavra de Deus. Ele constrói sua casa e seus relacionamentos sobre fundamento sólido.

Textos de Referência
Ef 4.2 – Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros.
Ef 4.3 – Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.
Fp 2.2 – Completai o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa.
Fp 2.3 – Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.
Fp 2.4 – Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros.

INTRODUÇÃO
O diálogo leva a compreensão do que o outro pensa e sente. A renúncia é a compreensão de que não se pode agir sempre como se gostaria. A tolerância faz parte do sentimento de que todos falham e de que ninguém é perfeito.

1. A EFICÁCIA DO DIÁLOGO NA COMUNICAÇÃO
As pessoas precisam aprender a se comunicar. Sem um transmissor e um receptor a comunicação não se efetiva.O monólogo não é suficiente para duas pessoas se relacionarem. Existem várias formas de comunicação, mas a mais eficiente é o diálogo. O ato de dialogar deve ser estimulado e treinado, pois quem tem uma boa comunicação se sobressai.  

1.1. Ouvir e falar no momento certo 
No diálogo é preciso saber falar e ouvir no momento certo. O diálogo desarma o silêncio diabólico. Com o diálogo se quebra o gelo e as barreiras caem. Sem o diálogo tudo se esfria, se distancia, há um vazio, há uma barreira, um isolamento. Mas com o diálogo se renova o compromisso, as pessoas ficam mais unidas, se conhecem melhor e aperfeiçoam os laços. A Bíblia diz em Eclesiastes 3.7 que há tempo de falar e tempo de ficar calado, saiba discernir isto. Não podemos atropelar quem está com a palavra, nem responder antes da hora, mas quem fala precisa dar oportunidade para quem está ouvindo para se expressar também.   

1.2. Promover a edificação
O diálogo precisa ocorrer de forma clara e objetiva, sempre trazendo a edificação. Se a pessoa não se expressar, o seu cônjuge não saberá o que ela está pensando nem as suas necessidades. A conversa clara e objetiva, sem rodeios, será salutar para a vida do casal. O diálogo de coisas passadas que fizeram mal ao casal deve ser evitado, sob pena de se abrir feridas já cicatrizadas. Tudo que não traz edificação deve ser desprezado (1Co 10.23)
1.3. Verdade, educação e respeito
O diálogo precisa ocorrer com verdade, educação e respeito. A honestidade e a sinceridade precisam prevalecer. Muitos lares estão contaminados com a mentira, um vício na comunicação. Cuidado! Apocalipse 21.8 diz que ficarão de fora todos aqueles que amam e praticam a mentira. Não pense que a verdade irá ferir a pessoa amada, desde que ela seja transmitida com amor e com educação e respeito, pois a verdade deve libertar e dar vida, jamais ferir ou matar a pessoa (Jo 8.32). Cuidado para não perder o respeito. A Palavra de Deus diz que é mais difícil reconquistar uma pessoa que foi desrespeitada ou ofendida do que uma cidade fortificada.

2. A VIDA É MARCADA POR RENÚNCIAS
Jesus disse aos Seus discípulos: "Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me" (Mt 16.24) Para tudo na vida há necessidade de renúncias. Para o casamento não é diferente. Muitas coisas que gostamos precisamos renunciar ou negociar com o nosso cônjuge, pois não se admite posições ferrenhas e radicais no casamento.    

2.1.  O fortalecimento da harmonia
A renúncia de posições radicais fortalece a harmonia. Renunciar dá uma conotação de se esvaziar de si mesmo, tirar o egoísmo e trabalhar em benefício da união e unidade no casamento. Renunciar posições radicais que nada contribuem ou acrescentam ao casamento, a não ser conflitos e desgastes. Precisamos também renunciar a forma grosseira, agressiva e ignorante de tratar a pessoa amada, pois só tira a paz e corrói o amor. 

2.2. Um dever para os casados
A renúncia da vida de solteiro é um dever para os casados. Depois de casado, precisa-se abrir mão do
individual em benefício do mútuo. Para estar casado não se pode viver um vida como se estivesse solteiro, não tendo hora de chegar em casa, saindo a hora que bem quer, estando com quem quer, tendo a mesma vida que levava quando tinha liberdade de fazer o que queria. Os amigos de solteiro ou passam a ser amigos do casal ou precisam ser analisados para se tomar uma decisão inteligente. As amizades antigas podem causar ciúmes ao casal, o que é prejudicial ao casamento.

2.3. Deve partir dos dois lados
A renúncia deve partir dos dois lados, isto é, marido e mulher. Para um casamento duradouro é necessário uma boa dose de renuncia. Exige-se que a renúncia tenha pista dupla, deve partir dos dois lados. Isto requer maturidade, amadurecimento e sabedoria de ambas as partes. O homem não pode agir com machismo, sem nunca abrir mão das suas posições. O marido precisa olhar para a mulher conforme está registrado em 1 Pedro 3.7: "Igualmente vós maridos vivei com elas com entendimento, dondo honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações". A correspondência também é recíproca, uma vez que a mulher não deve relegar o marido a segundo plano.

3. A TOLERÂNCIA REQUER PACIÊNCIA
Tolerar é aceitar o cônjuge com a sua personalidade. É amá-lo e respeitá-lo. É aceitar como a pessoa é. É suportar as imperfeições. É esperar crescer e adquirir maturidade. O namoro e noivado são estágios probatórios para o casamento, mas muitos casaram pensando que poderia mudar a natureza de seus cônjuges após o casamento, mas hoje descobriram que isto é muito difícil. Agora precisam aprender a conviver com algumas situações que não são o ideal, mas resta ter paciência e suportar uns aos outros em amor (Ef 4.2; Cl 3.13)
3.1. Tolerar as tradições do cônjuge
Todos nós temos as nossas tradições que envolvem a família, a religião, os costumes, as comemorações, a formação, a alimentação, etc. Muitas coisas que as pessoas fazem passaram de geração para geração, de pai para filho. As comemorações que marcam dias especiais na família são uma coisa muito particular. A alimentação é regional e muitos preservam as comidas típicas do seu estado. A concepção religiosa de usos e costumes variam de pessoa para pessoa, mesmo dentro da mesma denominação.

3.2. Tolerar as limitações do cônjuge
Todos nós temos os nossos limites, isto é, vamos até um determinado ponto, depois não conseguimos mais avançar. Os cônjuges precisam entender isto. Não adianta exigir além das possibilidades físicas e intelectuais. Cada pessoa tem um capacidade de absorção e de assimilação. O nosso desenvolvimento intelectual diferencia um do outro. Um dos cônjugues pode chegar mais longe nos estudos ou galgar uma posição social de mais destaque, mas isso não lhe dá o direito de desprezar a pessoa amada. O limite pode ser diferente do outro, mas não devemos nos desesperar, porque isto é normal.
3.3. Tolerar as imperfeições do cônjuge
Todos nós temos falhas, um mal costume, ou mesmo um cacoete. Sempre temos algum coisa que desagrada o outro. Mas a maturidade diz que é preciso tolerar as imperfeições do conjugue e tentar ajudá-lo a corrigir as falhas com amor e respeito. Nunca devemos zombar ou criticar a pessoa amada por um defeito, pois talvez não tenhamos o defeito dela, mas em contrapartida, temos um defeito que ela não tem. Nunca podemos pensar que somos perfeitos, que não temos imperfeições e que não carecemos de nenhuma melhora.  

CONCLUSÃO
É extremamente necessário para quem almeja viver dias felizes e ter um casamento alegre e duradouro atentar para a seguinte orientação: "Não se esqueça jamais de cultivar atitudes que coloquem essas três palavras em evidência: diálogo, renúncia e tolerância".

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

EBD BETEL - COMENTÁRIOS ADICIONAIS - Lição 5 - Exercitando o amor no casamento - 31/01/2016

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COMENTÁRIOS ADICIONAIS LIÇÃO 5  - 31 de Janeiro de 2016 
“Exercitando o amor no casamento” 
Prezado (a) Professor (a)
Inicie sua aula fazendo a seguinte pergunta: QUE É O AMOR?


INTRODUÇÃO
O apóstolo Paulo, em 1 Coríntios 13, fala sobre três aspectos do amor. Vejamos:
Em primeiro lugar, a superioridade do amor (1Co 13.1-3). Depois de tratar dos dons espirituais, Paulo aborda um caminho sobremodo excelente. Em 1 Coríntios 13.1-3, fala da superioridade do amor sobre os dons espirituais. O que caracteriza a verdadeira espiritualidade é amor e não os dons. A igreja de Corinto tinha todos os dons, mas era imatura espiritualmente. No texto em apreço, Paulo diz que o amor é superior ao dom de variedade de línguas (1Co 13.1), ao dom de profecia (1Co 13.2), ao dom de conhecimento (1Co 13.2), ao dom da fé (1Co 13.2), ao dom de contribuição (1Co 13.3) e até mesmo ao martírio (1Co 13.3). Sem amor os dons podem ser um festival de competição em vez de ser uma plataforma de serviço. Sem amor nossas palavras, por mais eloquentes, produzem um som confuso e incerto. Sem amor, mesmo que ostentando os dons mais excelentes como profecia, conhecimento e fé nada seremos. Sem amor nossas ofertas podem ser egoístas, visando apenas nosso engrandecimento em vez da glória de Deus e o bem do próximo. Sem amor nossos gestos mais extremos de abnegação, como o próprio martírio de nada nos aproveitará. O amor dá sentido à vida e direção na caminhada. Quem ama vive na luz, conhece a Deus e se torna conhecido como discípulo de Jesus.

EBD BETEL - CONTEÚDO Lição 6 - Vivendo a felicidade no lar - 07/02/2016

CONTEÚDO Lição 06 – 07 de Fevereiro de 2016 “Vivendo a felicidade no lar” 
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Texto Áureo 
“A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos, como plantas de oliveira, à roda da tua mesa.” Sl 128.3 

Verdade Aplicada 
A felicidade é a busca de todo homem e é a sua maior motivação. Como Deus é a fonte da felicidade, podemos alcançá-la praticando o temor a Ele e a obediência à Sua Palavra. 

Objetivos da Lição 
Mostrar que a família é o maior bem que a sociedade tem; 
Destacar que o plano de Deus para a humanidade está centrado na família; 
Ressaltar que aceitar Deus no casamento é receber a Sua graça e fazer com que a família
seja estruturada e feliz. 

Textos de Referência Sl 128.1-6 
Sl 128.1 Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos
Sl 128.2 Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem
Sl 128.3 A tua mulher será como videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos, como plantas de oliveira, à roda da tua mesa
Sl 128.4 Eis que assim será abençoado o homem que teme ao Senhor
Sl 128.5 O Senhor te abençoará desde Sião, e tu verás o bem de Jerusalém em todos os dias da tua vida
Sl 128.6 E verás os filhos de teus filhos e a paz sobre Israel

Introdução 
O projeto de Deus para o casamento é de uma família harmoniosa e feliz. A Bíblia descreve de forma maravilhosa a felicidade da família quando esta concentra-se nos princípios e ensinamentos divinos. 

1. MULHER: VIDEIRA FRUTÍFERA 
No salmo 128, a mulher é comparada à videira, que produz uva, origem da fabricação do vinho, símbolo da alegria, alegoria de uma mulher feliz no seu lar. Assim como uma vinha produz muitos frutos, a mulher que teme ao Senhor frutificará e dará muitos frutos.

1.1 A polivalência da mulher 
A mulher é considerada polivalente, pois consegue realizar muitas tarefas ao mesmo tempo. É o exemplo da mulher guerreira que, mesmo tendo filhos para cuidar e casa para zelar, não abre mão de ajudar no orçamento familiar. A mulher sábia olha pelo governo da sua casa e não come o pão da preguiça. (Pv 31.27). Ela cuida dos filhos à roda da sua mesa (Sl 128.3). A mulher que teme ao Senhor administra muito bem a sua casa e educa os seus filhos com brilhantismo, ao ponto de ser chamada bem-aventurada.

1.2 Comer do trabalho das suas mãos 
O homem que teme ao Senhor não é preguiçoso. Não lhe falta serviço e come o pão do suor do seu rosto (Gn 3.19). Da mesma forma, a mulher que teme ao Senhor busca lã e vinho e trabalha com mãos hábeis (Pv 31.13). Ela estende as mãos ao fuso e as palmas das suas mãos pegam na roca (Pv 31.19). Aquele (e aquela) que é justo e teme ao Senhor não precisa arriscar a sorte em jogos e loterias, porque sabe e crê que o Senhor cuida e supre as suas necessidades. O Eterno também cuida da sua descendência (Sl 37.25).

1.3.  A felicidade de temer ao Senhor
A felicidade do homem e da mulher que teme ao Senhor é incomparável. Eles irão bem porque têm promessa e também cofiam no Deus Todo Poderoso. Eles sabem que as provas e tribulação são passageiras. A luta vem e passa e eles não desanimam. Felicidade não é a ausência de conflitos, mas a habilidade em lidar com eles. Ao compreendermos o significado da vida em família e buscar os ensinamentos da Palavra de Deus para aplicação no nosso dia a dia, teremos a resolução dos nossos problemas, as dúvidas serão dirimidas e abriremos espaço para que possamos viver bem e começarmos a gozar da felicidade dessa promessa descrita no salmo 128.

2. Filhos: plantas de oliveira
A Palavra de Deus é muito clara quanto a colocar os filhos à roda da tua mesa (Sl 128.3). Significa que os pais não podem abrir mão da educação e dos ensinamentos da Palavra de Deus. No salmo 128, os filhos são comparados à oliveira, que produz azeite, o símbolo de fertilidade.

2.1.  Os filhos são herança do Senhor
Os filhos são presentes de Deus (Sl 127.3). São tesouros muitos valiosos concedidos ao casal como fruto de seu amor. Os filhos são mais valiosos do que bens materiais e deixa-los em tempo integral nas creches não é o ideal. Infelizmente, nos dias de hoje, na fase em que a criança mais precisa dos pais só veem e encontram nos finais de semana. É importante que cada casal faça uma reflexão e um estudo minucioso para tentar equacionar esta alarmente situação. Vale resaltar que cada caso é um caso.

2.2.  A educação cristã começa dentro de casa
Os pais receberam a solene incumbência de repassar aos filhos os mandamentos e as leis do Senhor. É algo intransferível e pessoal dos pais, sempre com apoio da igreja (Dt 6.6-7). Os pais devem ensinar os filhos a terem prazer na Lei do Senhor e a meditar nela continuamente (Sl 1.2); a sentir gosto pela Escola Bíblica Dominical e pelo ensino da Palavra de Deus e a sentir alegria em frequentar a casa de Deus, a igreja (Sl 122.1). Instruir o menino no caminho em deve andar significa que os pais deverão estar juntos com os filhos e não apenas mostrar o caminho (Pv 22.6). Para que a Palavra de Deus esteja na lembrança de seus filhos amanhã, você tem que ensinar na vida deles hoje.

2.3.  O exemplo cristão dos pais faz a diferença
Os filhos tendem a copiar os pais em quase todas as áreas da vida, porque estes são espelhos para os filhos. Eles tendem a copiá-los nas suas profissões, nas suas atitudes, nas suas vestimentas, no modo de se referir à casa de Deus e aos ungidos do Senhor. É importante lembrar que também estão de olho no modo como os pais desempenham o ministério eclesiástico e como levam as suas vidas espirituais. Tome como exemplo a decisão de Josué. “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15). Os filhos podem até fechar os ouvidos para os conselhos, mas abrem os olhos para os exemplos. A maior educação que se pode dar a um filho é um exemplo digno de vida.

3. Netos: herança do Senhor
O homem que teme ao Senhor tem a promessa de vida longa, isto é, a longevidade de dias e a recompensa de ver os frutos dos frutos, que representam mais uma corda do coração: os netos.

3.1. Ver os netos, não criá-los
Os netos são bênçãos de Deus na nossa vida. É  extremamente maravilhoso contemplar a nossa posteridade com os nossos olhos. É uma alegria indescritível a chegada dos netos. A impressão que temos é que supera o amor que temos pelos filhos. No entanto, hoje estamos vivendo uma inversão de valores, pois os avós estão criando os netos. A Palavra de Deus é bem clara sobre o assunto. Devemos ver os netos com os próprios olhos, visitá-los, brincar com eles, cuidar por um período, mas não tomar a responsabilidade de educá-los e criá-los, pois isso é tarefa dos pais. Sabemos que existem as exceções, mas não vamos entrar neste mérito, porque casa caso é um caso.

3.2.  Viver para ver os filhos dos teus filhos
Viver para ver os filhos de teus filhos quer dizer viver mais sobre a face da Terra (Sl 128.6). É notório que quando os netos chegam, a nossa idade está começando a ficar avançada (Gn 48.8-22; Jó 42.16-17). Significa que ver os filhos dos filhos é comprimento da promessa de honrar aos pais (Ef 6.1-2). Assim como os pais têm a responsabilidade do Senhor, os filhos têm a obrigação de obedecer aos seus pais no Senhor.

3.3.  A bondade de Deus e a distribuição de bênçãos
Ao ver Manassés e Efraim, os filhos de José, o patriarca Jacó regozijou-se grandemente com a extrema bondade de Deus (Gn 48.11), pois é o Eterno Deus que nos proporciona a maravilhosa oportunidade de ver os filhos dos nossos filhos (Sl 128.6). Se observarmos atentamente o capítulo 48 de Gênesis, veremos Jacó mencionar que as bênçãos do Senhor tinham superado todas as suas expectativas (Gn 48.6,11). Quão feliz é o homem cujo coração trasborda de gratidão a Deus por Sua infinita bondade. É importante compreender que ver os filhos dos filhos também é uma oportunidade de abençoar a nossa descendência (Gn 48.16). A graça de Deus não segue a linha da natureza humana. Deus não age segundo as nossas expectativas. O Senhor é soberano e tosas as Suas bênçãos são distribuídas conforme a Sua vontade. O patriarca Jacó entendeu muito bem estas coisas e tratou de abençoar a sua descendência.

Conclusão
Enquanto não atentarmos para a Palavra de Deus concernente ao casamento e à família, não teremos a felicidade tão almejada. Não adianta pedir conselhos, participar de encontros de casais, simpósios, seminários, palestras, chás e outros, se não colocarmos em prática os Seus ensinamentos.

domingo, 24 de janeiro de 2016

EBD BETEL - CONTEÚDO Lição 5 - Exercitando o amor no casamento - 31/01/2017

EBD BETEL - CONTEÚDO LIÇÃO 5
Lição 05 – 31 de Janeiro de 2016 “Exercitando o amor no casamento” 
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Texto Áureo 
“Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.” 1Co 13.1 

Verdade Aplicada 
Amar não é somente o sentimento de querer o bem de outra pessoa, mas praticar boas ações e tomar atitudes que demonstrem este amor. 

Objetivos da Lição 
Esclarecer que o amor é a força motriz de Deus; 
Mostrar que amar é fazer a felicidade de outra pessoa; 
Ressaltar que o amor não termina de um dia para o outro. 

Textos de Referência 1Co 13.3-7 
1Co 13.3 - E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse caridade, nada disso me aproveitaria.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

EBD BETEL - CONTEÚDO Lição 04 - Ataques constantes contra a família - 24/01/2016

Lição 04 – 24 de Janeiro de 2016 
“Ataques constantes contra a família” 

Texto Aureo 

“Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.” 1Jo 2.16 

Verdade Aplicada 
Devemos preservar os nossos lares para impedir que não seja desqualificado o que foi criado por Deus. 

Objetivos da Lição 

Mostrar os perigos dos meios de comunicação;