domingo, 26 de julho de 2015

EBD Editora Betel - COMENTÁRIOS ADICIONAIS Lição 5 - O Milagre do perdão - 02/08/2015

Irmãos, Paz do Senhor.

Devido ao Curso de Capacitação para Professor da EBD, hoje não teremos postagens dos Comentários Adicionais da Lição 5 - EBD Editora Betel - COMENTÁRIOS ADICIONAIS - O Milagre do perdão - 02/08/2015

Vejam abaixo as fotos. Manhã Memorável.



EBD Editora Betel - CONTEÚDO Lição 5 - O Milagre do perdão - 02/08/2015


EBD Editora Betel - CONTEÚDO Lição 5 - O Milagre do perdão - 02/08/2015
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

Texto Áureo
"Aqueles a quem perdoardes os pecados lhes são perdoados; e àqueles a quem os retiverdes lhes são retidos" Jo 20.23

Verdade Aplicada 
A pessoa incapaz de perdoar destrói a ponte pela qual ela mesma deveria passar

Objetivos da Lição
  • Ensinar o conceito do perdão e os malefícios causados por sua ausência;
  • Mostrar a grandeza do perdão, seu alcance e a responsabilidade que temos em conceder perdão a todos que dele precisam;
  • Apresentar o perdão como o maior de todos os milagres, porque somente através dele a salvação pode ser experimentada.
Glossário
Irrisória: Insignificante
Utopia: Plano ou sonho irrealizável
Precursor: Aquele que vem adiante de alguém anunciar a sua chegada

Leituras Complementares
Segunda - Sl. 130.4
Terça - Mt 6.12
Quarta - 2Co 2.10
Quinta - 1 Jo 1.9
Sexta - Lc 5.21
Sábado - Sl 86.5

Texto de Referência
Lc 7.44 - E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta regou-me os pés com lágrimas, e os enxugou com os cabelos de sua cabeça.
Lc 7.45 - Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou não tem cessado de me beijar os pés.
Lc 7.46 - Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com unguento
Lc. 7.47 - Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama


1. Entendendo o conceito do perdão
Todo ser humano é falho, imperfeito e sujeito a erros. Mais cedo ou mais tarde isso acontecerá. E quando acontecer,  o que faremos? Como agiremos? E se formos nós os causadores do problema? Consertaremos ou deixaremos como está? Perdoar é possível e, se aprendermos o que significa, tanto evitaremos quanto iremos reparar sérios transtornos.

1.1 O conceito de Amós
Para os rabinos, uma pessoa deveria ser perdoada no máximo até três vezes e, se houvesse transgressão na quarta, o tal deveria ser castigado. Eles se agarravam ao conceito de Amós. "Por três transgressões e por quatro" (Am 1.3,6,9,11,13; 2.1,46). Não se podia imaginar que um homem fosse mais piedoso do que Deus. Dessa maneira, se limitava o perdão a três ofensas. O que Jesus ensinou a Pedro sobre perdoar setenta vezes sete coloca um fim em regras humanas, demonstrando claramente que o perdão é possível e que não existe limite para se perdoar toda e qualquer ofensa (Mt 18.22). A falta de perdão além de produzir danos irreparáveis à nossa alma, ainda nos torna inimigos de Deus (Mt 6.15).

1.2 Quem não perdoa não é perdoado
Uma lição que percorre todo o Novo Testamento é que o homem deve perdoar para ser perdoado (Jo 20.23). quem não perdoa a seu próximo, não pode pretender que Deus o perdoe. "Bem-aventurados os misericordiosos", disse jesus "porque eles alcançarão misericórdia" (Mt 5.7). Depois de ensinar Sua oração aos homens, Jesus ampliou uma das petições nela contida: "Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas" (Mt 6.14,15)

1.3 Os malefícios da falta de perdão
No ano de 1999, o Dr. Fred Luskin criou o projeto da universidade de stanford para o perdão. Ele visava o impacto das emoções negativas, como raiva, mágoa e ressentimento no sistema cardíaco, causados pela ausência do perdão. Luskin descreve o perdão como sendo uma forma de se atingir a calma e a paz, tanto com o outro quanto consigo mesmo. Ele afirma que o perdão reduz a agitação que leva a problemas físicos; reduz o estresse que vem de pensar em algo doloroso e que não pode ser mudado; limita a ruminação que leva ao sentimento de impotência que reduz a capacidade de alguém cuidar de si mesmo. A conclusão do seu projeto foi a seguinte: pedir perdão produz cura (S 31.10; 32.1; 38.3)

2. A importância do perdão
Jesus contou a história de um servo que devia uma impagável soma em dinheiro a seu senhor, o qual havia sido perdoado. Todavia, esse homem perdoado, não perdoou a dívida de outro que lhe devia uma irrisória quantia, antes foi encerrá-lo na prisão, até que passage a dívida (Mt 18.30)

2.1 Sem perdão, sem misericórdia
A primeira dívida superava o valor do resgate de um rei. O contraste entre as dívidas era esmagador. O que está em jogo aqui não é o valor da dívida, mas o perdão. E o que se destacar é que nada do que temos que perdoar pode se comparar em forma vaga ou remota com o que nos perdoou. Fomos perdoados de uma dívida que está além de todo pagamento, porque o pecado do mundo provocou a morte do próprio Filho de Deus e, sendo assim, devemos perdoar como Deus nos perdoou, caso contrário, não podemos esperar encontrar misericórdia alguma. Jesus conectou a ação do rei com a ausência de perdão e o resultado foi desastroso para aquele homem ganancioso (Mt 18.32-35).

2.2 O perdão abre a porta para o Reino de Deus
João Batista, o precursor de Jesus Cristo, preparou o caminho do Senhor com a mensagem de arrependimento, ou seja, a mensagem do perdão divino sobre todo aquele que desejasse viver uma nova vida da paz (Mt 3. 1,2). A primeira mensagem de Jesus foi: "Arrependei-vos, e crede no evangelho" (Mc 1.15). A dívida humana para com Deus era gigantesca e Jesus veio a esse mundo para quitar essa dívida. Paulo nos afirma que "Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados..." (2Co 5.19)

2.3 O perdão é a quitação completa da dívida
A grandeza do perdão deve ser vista pela grandeza do pecado que Deus perdoa num momento único. Paulo nos afirma que a cédula de acusação contra nós foi cravada na cruz (Cl 2.14). Nossa sentença estava escrita, mas por Seu infinito amor e graça, o Senhor levou para a cruz essa sentença. À medida que Seu sangue ia escorrendo através do madeiro, todas as acusações contrárias a nós foram sendo riscadas. Ali, naquela cruz, estava em um só homem a sentença de todos os homens, até mesmo, os que ainda viriam a existir. Agora não existe mais condenação, o sangue de Jesus apagou tudo.

3. O maior de todos os milagres
Consideravelmente, o perdão é o maior de todos os milagres. Nele está contido o ingresso para a salvação e esta é precedida quando o perdão é estabelecido. Pois, sem ele não há reconciliação. Vejamos alguns motivos dessa graça divina (Ef 2. 8,9)

3.1 O milagre do perdão
Por mais que venhamos interpretar um milagre como estupendo ou glorioso, cada milagre realizado por Deus tende a nos atrair para Sua presença, causando em nossas vidas outro ainda maior que é o da salvação (Lc 10.20). Uma pessoa pode ser curada de câncer e morrer afastada da presença de Deus. Mesmo que ressuscite, irá morrer outra vez. E se, após ressuscitar, morrer desviado da presença de Deus? O maior milagre que as pessoas receberam da parte de Jesus foi: "a tua fé de salvou". Houve o perdão e com ele a salvação. (Mt 9.22; Mc 5.34; 10.52; Lc 7.50; 17.9)

3.2 O perdão nos coloca no âmbito da felicidade

Qual é o motivo da nossa alegria como cristãos? Qual de nós não se alegraria ao realizar milagres extraordinários em nome de Jesus? Os discípulos, assim como cada um de nós, também foram tentados a colocar o motivo de suas alegrias no sucesso ministerial (Lc 10. 19,20). Mas Jesus lhes disse que maior que tudo isso era ter o nome escrito no livro da vida, e por quê? Porque se fizermos tudo e não estivermos reconciliados com Deus, de nada adiantou tanto esforço (Mt 16.26; Lc 9.25)

3.3 O propósito do poder sobrenatural de Deus
Vivemos em um mundo abarrotado de novidades e informações, onde a ciência predomina e a tecnologia produz coisas que até duvidamos ser possíveis. Em meio a toda essa gama de informações e novidades que nos envolvem, muitas vezes nos esquecemos de nós mesmos. De como seria tão maravilhoso se pudéssemos viver sem amarguras, ressentimentos, culpas, temores e sem estar constantemente cometendo mesmos erros. Mas isso não é uma utopia, é uma realidade. Pedir perdão para muitos é sinal de fraqueza, para nós é a prova da quantidade de amor que recebemos de Deus (Lc 7.47). Perdoar é libertar e ser livre. Quem não sabe perdoar é porque não entende a verdade da cruz, ou nunca realmente experimentou o gozo de ser perdoado (mt 18.32-35).



Questionário
1. O que é perdoar?
2. Para os rabinos o perdão deveria ser dado quantas vezes?
3. Por que devemos perdoar como Deus nos perdoou?
4. Qual o motivo da nossa alegria?
5. Qual é o maior de todos os milagres

FONTE - EDITORA BETEL - Jovens e Adultos Dominical 

terça-feira, 21 de julho de 2015

EBD Editora Betel - COMENTÁRIOS ADICIONAIS Lição 4 - O milagre da filha de Jairo - 26/07/2015

EBD REVISTA EDITORA BETEL - COMENTÁRIOS ADICIONAIS

O milagre da filha de Jairo LIÇÃO 4


Quem era Jairo - Chefe da Sinagoga?
  • Jairo era um importante homem da sinagoga (chefe), tinha uma filha única, de apenas doze anos de idade
  • O popular homem em Israel, “chefe na sinagoga”, representava religiosidade e respeito.
  • Um líder religioso
Qual era a função de chefe da sinagoga?

No Novo Testamento encontramos três referências sobre a pessoa do chefe da sinagoga: 
  1. Em Mc. 5,31-43 onde Jesus aparece a curar, a filha de Jairo, chefe da sinagoga; 
  2. A figura de Sóstenes, em At. 18,16 também ele nomeado sem mais detalhes, chefe da sinagoga. 
  3. Em Atos 18.8 - Crispo - Administrador da Sinagoga
As competências do chefe da sinagoga eram a presidência da assembleia, interpretar a lei, decidir sobre questões legais, administrar a justiça, abençoar os casamentos e decretar os divórcios. Segundo uma inscrição encontrada na sinagoga de Corinto, o chefe da sinagoga tinha também a responsabilidade da manutenção do edifício, esta função exigia uma certa disponibilidade de dinheiro, podemos supor os chefes da sinagogas pertencesse a uma classe social elevada.

Qual era a importância da Sinagoga para cultura judaica?

Importância - A sinagoga pode ser considerada o elemento central da cultura e religião judaicas. Diversas atividades eram praticadas na sinagoga e não apenas o culto religioso. Segundo Flávio Josefo, historiador judeu, na sinagoga de Tiberíades, região situada às margens do mar da Galiléia (Jo 6.1), havia reuniões de natureza política. De fato, para melhor compreensão de algumas passagens do Novo Testamento, é importante saber o que é uma sinagoga judaica. 

Origem - Por volta de 750 a.C., o reino foi dividido em dois: Israel, na região Norte, e Judá, na região Sul. Em 722 a.C., o reino do Norte foi devastado pelos assírios. Séculos depois, mais precisamente em 587 a.C., o reino do Sul foi conquistado pelos babilônios. Em 539 a.C., aqueles que regressaram à sua terra natal passaram, então, a ser chamados de judeus, por serem provenientes de Judá e da Judéia. Foi depois do regresso do exílio na Babilônia que a religião que hoje conhecemos como judaísmo começou a se desenvolver. 

O culto era realizado na sinagoga, um hábito adquirido na Babilônia, devido à inexistência de um templo. O lugar servia como ponto de encontro dos judeus para orações e leitura das Escrituras. O termo “sinagoga”, do grego sunagoge, tecnicamente, significa “casa” ou “lugar de reunião”, do hebraico bêt knesset. Alguns estudiosos creditam a Esdras a responsabilidade da criação da sinagoga no contexto judaico, durante o exílio babilônico. 

De acordo com recentes descobertas arqueológicas, a primeira sinagoga fundada nas Américas foi a Sinagoga Kahal Zur Israel, no Brasil, em 1637, cujas antigas ruínas se encontram cuidadosamente preservadas na cidade de Recife, no mesmo local onde foi, posteriormente, construído o Centro Cultural Judaico do Estado de Pernambuco.

A sinagoga no Novo Testamento - A Enciclopédia da Bíblia de Champlin nos informa que “no tempo de Jesus havia sinagogas em qualquer vila. Em Jerusalém, existiam, aproximadamente, 480”. Jesus frequentava, assiduamente, as sinagogas em Israel (Mt 4.23; 9.35; Lc 4.16-30; 13.10; Jo 6.59; 18.20, entre outros). 

A sinagoga era reservada às discussões voltadas ao judaísmo e, eventualmente, ainda que correndo alguns riscos, eram conferidas oportunidades para homilias livres: “E, depois da lição da lei e dos profetas, mandaram-lhes dizer os principais da sinagoga: Homens irmãos, se tendes alguma palavra de consolação para o povo, falai” (At 13.15). 

As sinagogas foram pontos estratégicos para a difusão do evangelho pelos primeiros missionários cristãos: “E logo [Paulo] nas sinagogas pregava a Cristo, que este é o Filho de Deus” (At 9.20. V. tb. 13.5,40-42; 17.1,10,17; 18.4,26). Inegavelmente, Paulo soube fazer uso das sinagogas existentes na Grécia e na Ásia Menor, onde aproveitou a ocasião para anunciar as boas-novas aos gentios: “E eles, saindo de Perge, chegaram a Antioquia, da Pisídia, e, entrando na sinagoga, num dia de sábado, assentaram-se” (At 13.14. V. tb. 14.1; 18.1,4). 

1. JAIRO, O LÍDER DE UMA SINAGOGA

1.1 Deixando de lado a religiosidade


Como uma pessoa numa posição religiosa e social de tamanha importância "quebra os protocolos"?
  • Jairo busca a Jesus com um profunda urgência. 
  • O sofrimento muitas vezes pavimenta o nosso caminho para Deus. 
  • As aflições tornam-se bênçãos quando elas nos trazem a Jesus.
  • Jairo crê que se Jesus for com ele e impor as mãos sobre sua filhinha ela será salva e viverá, crer na eficácia do toque das mãos de Jesus e confia que Jesus é a esperança para a sua urgente necessidade.

O desespero de Jairo o levou a:
  • Transpor barreiras para ir a Jesus
  • Prostrar-se aos pés de Jesus
  • A se humilhar diante de Jesus. 
  • Reconhecer que estava diante de alguém maior do que ele, do que os líderes judaicos, do que a própria sinagoga. 
  • Reconhecer o poder de Jesus. 
  • Não exigir nada exigir, mas pedir com humildade. 
  • A ter consciência da dramática realidade que estava vivendo, 
  • Sai da posição que estava e prostrar-se aos pés de Jesus, pois Ele era suficientemente grande para vencer todas as barreiras na hora da necessidade. 

Jairo não expõe sua autoridade como chefe da sinagoga:
  • Ele tenta tirar proveito da sua condição social ou posição religiosa. 
  • Na presença de Jesus não há espaço para vaidades. 
  • Cair aos pés de Jesus é estar de pé, aqueles que caem aos seus pés, um dia estarão à sua destra. 
Jairo suplica a Jesus que vá a o encontro de sua filha, a palavra usada por Jairo é parakalew parakaleo, que significa literalmente:

  • dirigir-se a, falar a, (recorrer a, apelar para), o que pode ser feito por meio de solicitação, conforto, instrução, etc.
  • rogar, solicitar, pedir;
  • e de forma mais completa significa: esforçar-se por satisfazer de forma humilde e sem orgulho

1.2 Jairo, o principal da sinagoga

Lembre a seus alunos que no início da aula já foi falado QUAL ERA A FUNÇÃO DE JAIRO E DO CHEFE DE UMA SINAGOGA.

PERGUNTE A SEUS ALUNOS - (Perguntas de itens já explicados ajudam a verificar se sua classe está atenta e entendeu o que você explicou)

Quem era mesmo Jairo?

Qual era a função do Chefe da Sinagoga?
Jairo era um líder na comunidade, a sinagoga era o lugar onde os judeus se reuniam para ler o livro da Lei, os Salmos e os Profetas, aprendendo e ensinando a seus filhos o caminho do Senhor. 

Jairo era o responsável pelos serviços religiosos no centro da cidade no sábado, pela escola, e tribunal de justiça, durante o restante da semana. Ele supervisionava o culto, cuidada dos rolos da Escritura, distribuía as ofertas, e administrava e cuidada do edifício onde funcionava a sinagoga. 

O líder da sinagoga era um dos homens mais importantes e respeitados da comunidade. 

1.3 Duas grandes realidades

1) A POSIÇÃO DE AUTORIDADE NÃO ISENTA NINGUÉM DO SOFRIMENTO
2) SÓ JESUS PODE DAR A VIDA, ELE TEM A CHAVE PARA MORTE
John Charles Ryle diz que a morte vem aos casebres e aos palácios, aos chefes e aos servos, aos ricos e aos pobres.
Reflita com sua classe:
  • A posição religiosa, social e econômica de um homem, entretanto, não o livra do sofrimento. 
  • Jairo era líder, rico, influente, mas a enfermidade chegou à sua casa. 
  • Seu dinheiro e sua influência não puderam manter a morte do lado de fora da sua casa. 
  • Os filhos dos ricos ficam doentes e morrem também. 

Somente no céu a doença e a morte não podem entrar. 

PERGUNTA CHAVE - A posição social de um homem pode livrá-lo do sofrimento? Porque? Explique!

Professor (a), você pode usar esta pergunta para fazer um trabalho em duplas ou grupos de 3 a 5 pessoas

Dê 5 minutos a dupla e/ou grupo para discutir e em seguida peça que um representante de cada grupo fale sobre os pontos principais que foram discutidos

2. ALCANÇANDO MILAGRES

2.1 Quando tudo parece contrário

PODE TUDO PARECER CONTRÁRIO....

MAS PORQUE ELE VIVE, GRAÇAS A ELE, TEMOS SEGUNDAS CHANCES, NOVOS INÍCIOS, PÁGINAS EM BRANCO NOVAMENTE, NOVAS POSSIBILIDADES

UMA NOVA HISTÓRIA ESCRITA POR ELE E GRAÇAS A ELE


2.2 Ele tem a última palavra

Quando Jesus vai conosco, a morte não tem a última palavra
  • Os mensageiros que foram a Jairo e a multidão que estava em sua casa pensaram que a morte era o fim da linha, uma causa perdida, um situação irremediável.
Diante do coral da morte, ergue-se o solo da ressurreição: “Tomando-a pela mão, disse: Talita cumi, que quer dizer: Menina, eu te mando, levanta-te! Imediatamente, a menina se levantou e pôs-se a andar…” (5.41-42). 


Para Jesus não tem causa perdida
  • Ele dá vista aos cegos, levanta os paralíticos, purifica os leprosos, liberta os possessos, ressuscita os mortos, quebra as cadeias dos cativos e levanta os que estão caídos. 
  • Hoje ele dá vida aos que estão mortos em seus delitos e pecados. Ele arranca os escravos do diabo do império das trevas e faz deles embaixadores da vida. 
  • Ele arranca um um drogado, um criminoso do porão de uma cadeia e faz dele um arauto do céu. 
  • Ele apanha uma vida na lama da imoralidade e faz dela um facho de luz.
  • Ele apanha uma família quebrada e faz dela um jardim engrinaldado e perfumado de singela alegria.


2.3 Ela apenas dorme

A VIDA QUE RENASCE

Os que estão ali lamentando, aqueles que informaram Jairo, e os próprios pais, sabem que a criança está morta. 

Jesus diz:
  • Que ela está apenas dormindo, 
  • Ele faz um prognóstico teológico e não um diagnóstico físico
Muitos dizem que a morte é o fim, Eles a vêem como um período, enquanto que é somente um coma.

  • A morte, no entanto, não é permanente. 
  • Do ponto de vista de Deus, é um sono para o qual há um despertar. 
  • Jesus promete mais do que isso. 
  • Embora esteja morta, sua condição não é mais permanente do que o sono; ele vai trazê-la de volta à vida. 

3. DESAFIANDO O PODER DA MORTE

3.1 Ele ouviu toda a conversa

EM MARCOS 5.21-24a - Jesus retorna ao outro lado do lago (possivelmente à Cafarnaum). Os gerasenos tinham implorado que Jesus fosse embora, mas aqui uma grande multidão o aguarda. Aparentemente, ele retoma seu ministério de ensino. 


Ele é novamente interrompido, dessa vez por um homem chamado Jairo, que prostra-se diante de Jesus, implorando por sua filha que estava morrendo, "vem, impõe as mãos sobre ela, para que seja salva, e viverá." 

ATENÇÃO - Jairo vai com Jesus e Jesus cura primeiro a mulher do fluxo de sangue, no verso 35 chegam alguns dos principais da sinagoga e afirma que a filha dele havia morrido e ainda questiona porque ele cansava Jesus.


JESUS HOUVE TUDO E DIZ PARA JAIRO - NÃO TEMAS, CRÊ SOMENTE.

3.2 Menina, a ti te digo, levanta-te

Cumprindo o que prometera, Jesus toma a criança pela mão e diz: "Talitha Koumi!" 
(v. 41). 

Essas palavras de modo algum constituem uma fórmula mágica ou encantamento, Marcos sente que a riqueza das palavras de Jesus não caberiam numa tradução, então ele as cita no original aramaico antes de indicar seu significado. 

Jesus fala à menina, na sua língua materna (o aramaico), usando palavras mais do que adequadas para a ocasião, como uma mãe chama uma criança de manhã, dizendo: "Menina, está na hora, levante!" 

  • A garota levanta-se e caminha, pois fora curada imediatamente. 
  • Seu apetite é restaurado. 
  • Seus pais atônitos agora podem alimentá-la e cuidar dela. 
  • Jesus lhes diz: "não deixem que saibam disso", pois ele também preocupa-se com que a garota possa crescer numa vida normal, sem ser objeto de curiosidade. 
  • Também, não é bom revelar ao povo quem é Jesus, pois este já tinha suas próprias respostas, como retrata a narrativa seguinte (6.1-6). 
  • Aqueles que riram concluiriam, eventualmente, que ela estivera mesmo dormindo. Ao prover suas necessidades físicas e psicológicas, Jesus mostra sua preocupação pela qualidade de vida

“Talita cumi” era uma expressão em aramaico, que a pequena menina podia entender, pois o aramaico era a sua língua nativa. Assim Jesus estava demonstrando a ela não apenas seu poder, mas também, sua simpatia e seu amor. Jesus não usou nenhum encantamento nem palavra mágica. 

Somente com sua palavra de autoridade, sem uma luta ofegante, sem meios nem métodos, se impõe à morte. Diante da voz do onipotente Filho de Deus, a morte curva sua fronte altiva, dobra seus joelhos e prostra-se, vencida, perante o criador! 

3.3 Ação antes do milagre

Após a cura da mulher do fluxo de sangue, Jesus proíbe a multidão de acompanhá-lo. Pedro, Tiago e João, porém, são escolhidos para continuar com Jesus. 
Aparentemente eles eram mais sensíveis àquilo que já haviam recebido, e lhes era dada a oportunidade de receberem mais (cf. 4.25). Essa é uma excelente oportunidade de conhecer quem é Jesus e de passar isso aos outros discípulos. 
Seguindo o costume Palestino, o som da lamentação e do cântico, acompanhado de flautas e palmas, enche o ar numa demonstração pública de luto. Depois de perguntar-lhes a razão de toda aquela comoção, Jesus afirma: "A criança não está morta, mas dorme" (v. 39). Em resposta riem de Jesus. 
Os que estavam na casa riram de Jesus
  • Nada sabiam do Deus vivo, por isso, riram o riso da descrença. 
  • Mas Jesus o expulsa (5.40). 
  • Diante do coral da morte, ergue-se o solo da ressurreição
Jesus prepara Jairo, ele presencia a cura de uma mulher que tinha um fluxo de sangue e é provável que a fé daquela mulher alimentou sua fé.

No meio de uma multidão, mediante notícias que sua filha já havia morrido, Jesus vai a casa de Jairo e cura a menina.


Quando Jesus vai conosco, o choro da morte é transformado na alegria da vida – v. 42
  • Aonde Jesus chega, entra a cura, a libertação e a vida. 
  • Onde Jesus intervém, o lamento e o desespero são estancados. 
  • Diante Dele, tudo aquilo que nos assusta precisa bater em retirada. 
  •  A morte foi tragada pela vitória. 
  • Na presença de Jesus há plenitude de alegria. 
  • Só ele pode acalmar os vendavais da nossa alma, aquietar nosso coração e trazer-nos esperança no meio do desespero. 

O milagre foi completo, a vitória extraordinária, a alegria repleta.

CONCLUSÃO

Faça a conclusão com seus alunos e Boa aula!



CURIOSIDADES
A MANEIRA JUDAICA DE MORRER, para saber mais, clique aqui.




Fontes:
Estudos Pessoais
http://www.atendanarocha.com/2010/09/jesus-ressuscita-filha-de-jairo.html
http://www.icp.com.br/83contexto.asp
CHAMPLIN, R.N & BENTES, J.M. Enciclopédia de Bíblia, teologia e filosofia. São Paulo: Editora Candeia, 1997.
http://cristianismodasorigens.blogspot.com.br/2007/06/funo-de-chefe-da-sinagoga.html
Livro - Marcos, Introdução e Comentário - Dewey Mulholland
http://hernandesdiaslopes.com.br/2006/01/jesus-a-esperanca-dos-desesperancados/#.VbLvfflViko

sexta-feira, 17 de julho de 2015

EBD Editora Betel - CONTEÚDO Lição 4 - O milagre da filha de Jairo - 26/07/2015

Lição 04 – 26 de Julho de 2015 “O milagre da filha de Jairo”
Comentários Adicionais, Clique Aqui!


Texto Áureo
“E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno.” Ap 1.18

Verdade Aplicada
Jesus entrou na casa de Jairo para ressuscitar o que estava morto. Essa é a proposta do Evangelho: dar vida com abundância a todo o que nEle crer.

Objetivos da Lição
Informar quem era Jairo e o que implicava ele ir até Jesus;
Mostrar a qualidade da fé que Cristo almeja ver em nossas vidas;
Ensinar que Jesus age no tempo certo e que Ele é tão surpreendente quanto poderoso.

Glossário.
Sinagoga: Templo onde se reúnem os judeus para i exercício da sua religião:
Súplica: Oração, prece, petição;
Afortunado: Feliz, ditoso, bem-aventurado; rico.

Leitura Complementares.
Segunda Jo 11.25
Terça Hb 9.27
Quarta 2Cr 7.14
Quinta Mc 1.15
Sexta Mt 21.22
Sábado Jo 21.8


Textos de Referência 
Mc 5.22-24, 35, 36
22 E eis que chegou um dos principais da sinagoga, por nome Jairo, e, vendo-o, prostrou-se aos seus pés,
23 E rogava-lhe muito, dizendo: Minha filha está moribunda; rogo-te que venhas e lhe imponhas as mãos para que sare, e viva.
24 E foi com ele, e seguia-o uma grande multidão, que o apertava.
35 Estando ele ainda falando, chegaram alguns do principal da sinagoga, a quem disseram: A tua filha está morta; para que enfadas mais o Mestre?
36 E Jesus, tendo ouvido essas palavras, disse ao principal da sinagoga: Não temas, crê somente.

Introdução
Jairo era líder de uma sinagoga. Foi um homem que abandonou tudo, até mesmo seus conceitos religiosos e se dispôs a ir até Jesus em busca de uma solução para a enfermidade de sua fi lha (Mc 5.22).

1. JAIRO, O LÍDER DE UMA SINAGOGA
Ao chegar diante de Jesus, Jairo lhe faz um pedido de socorro que comove o coração de Jesus. Ele diz: “Minha fi lha está moribunda; rogo-te que venhas e lhe imponhas as mãos, para que sare, e viva” (Mc 5.23). Sua afi rmação revela a fé pelo qual foi até Jesus em busca de um milagre.

1.1. Deixando de lado a religiosidade.


Pedir ajuda a Jesus publicamente não foi para Jairo uma fácil tarefa, visto que os líderes religiosos que se opunham a Cristo certamente não aprovariam essa atitude, nem mesmo os líderes da sinagoga. Aquilo que Jesus havia feito e ensinado na sinagoga havia provocado a ira dos escribas e fariseus, alguns dos quais provavelmente eram amigos de Jairo. Porém como tantas outras pessoas que se aproximaram de Jesus, Jairo estava desesperado. Preferia perder os amigos a perder sua filha (Mc 5.23).

1.2. Jairo, o principal da sinagoga.


Jairo era o chefe administrativo da sinagoga. Ele era responsável pela direção dos serviços, presidia a junta de anciãos e zelava pelo bom funcionamento da sinagoga. Era responsável pela atribuição de obrigações e de cuidar que fossem levados a cabo com toda correção e em ordem. O principal da sinagoga era um dos homens mais importantes e mais respeitados da comunidade (Lc 8.41). Jairo nos chama a atenção porque prostrar-se aos pés de Jesus diante de uma multidão representava um significativo ato de adoração e respeito. Era um público pedido de ajuda e uma declaração de que somente Jesus tinha a solução (Mt 21.22; Mc 1.15; 5.22, 23).

1.3. Duas grandes realidades.
Estes versículos nos ensinam duas grandes realidades. A primeira é que a posição de autoridade não isenta ninguém de ser atingido pela tristeza. Jairo era um “dos principais da sinagoga”. Mesmo assim, a enfermidade e a tristeza invadiram seu lar. Ele provavelmente tinha riquezas e toda ajuda médica que essas riquezas pudessem obter. No entanto, o dinheiro não pode manter a morte longe de sua filhinha. A morte chega tanto aos palácios quanto as comunidades; tanto aos ricos quanto aos pobres. A morte não tem a menor cerimônia. Fechaduras e barras de ferro não podem impedi-la de entrar (Hb 9.27). A segunda foi dita pelo próprio por Jairo em sua súplica: “Jesus pode dar vida, pois somente Ele tem a chave da morte” (Mc 5.23; Ap 1.18).

2. ALCANÇANDO MILAGRES
Enquanto Jairo se aproxima de Jesus e relata o que estava acontecendo com sua fi lha, a multidão começou a apertá-los e, durante o tempo em que Jesus socorria a mulher do fluxo de sangue, Jairo é informado que sua fi lha havia morrido e que deveria parar de incomodar o Mestre (Mc 5.35).

quinta-feira, 16 de julho de 2015

EBD Editora Betel - COMENTÁRIOS ADICIONAIS Lição 3 - O milagre da cura da mão mirrada - 19/07/2015

Lição 03 – 19 de Julho de 2015 “O milagre da cura da mão mirrada” 
Revista Editora Betel 

Textos de ReferênciaMt 12.9-13 

INTRODUÇÃO 

No início da sua aula, faça um breve resumo do que vocês irão estudar, fale um pouco sobre a interessante história de um homem que mesmo com tantos desafios na sua vida viveu um grande milagre e foi curado por Jesus.

Perguntas Inspiradoras para seus alunos - Início da Aula:
  1. Há algo na sua vida que precisa de cura (não somente cura física)?
  2. Você que já tem esperado tanto tempo, você quer ser curado? 
  3. Você que já tem buscado solução para a sua vida em tantas outras alternativas, você quer ser curado
  4. Você que já viu tanta gente ser curada à sua volta e ainda está doente, você quer ser curado? 
  5. Você que já não tem mais forças para caminhar na direção da sua cura, você quer ser curado?

A lição que estudaremos fala da história de um homem que tinha uma das mãos mirrada, inicialmente sugiro olharmos DETALHADAMENTE - MATEUS 12. 9-13 - Versículo a versículo

9 - E, partindo dali, chegou à sinagoga deles.
No contexto refere-se ao campo de trigo. O texto nada diz a respeito dos discípulos, presume-se que eles foram com Ele e é o mesmo dia, um dia de sábado.
A sinagoga estaria numa cidade ou vila não longe do campo de trigo.
Quando fala a "sinagoga deles" só pode se referir aos fariseus com quem Jesus estava conversando e provavelmente "deles" significa os cidadãos daquele lugar.